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terça-feira, junho 07, 2005

Você sabia que... 

uma das primeiras medidas de Santana Lopes, quando chegou à Câmara Municipal de Lisboa, foi a de adquirir uma nova frota aulomóvel por via de uma empresa de leasing. E será que sabia que a dita empresa de leasing à uns meses atrás foi buscar as ditas viaturas por falta de pagamento...

Você sabia que... 

o grande rui de carvalho, decanos dos actores portugueses, recebe ou recebia uma avença mensal da Câmara Municipal de Lisboa (vulgo santana lopes), apenas e tão só para fazer lobi político no meio artístico nacional...

quinta-feira, setembro 30, 2004

Blogamente incorrecto 

Eram uma vez dois Blogs. Eu acrescentava, dois fantásticos Blogs. O Gato Fedorento, e O meu pipi. O primeiro converteu-se em programa de televisão, o segundo em livro. Quem perdeu? A blogosfera. O Pipi não tuge nem muge desde o longínquo 15 de Dezembro, e o Blog do Gato Fedorento virou TV Guia, onde é anunciado o conteúdo do próximo programa. É pena, mas é mesmo assim... O cash fala mais alto. Paciência.

domingo, junho 13, 2004

luis filipe meneses, essa grande lesma 

Esse homem com a verticalidade de uma lesma, culpou rui rio da derrota de hoje do psd. Não há dúvidas de que quando se é pequeno uma vez, ésse para toda a vida. Se há políticos-puta, luis filipe meneses é a rameira-mor da luso-política nacional. É engraçado ver putas desse calibre, falar em democracia, e depois aproveitar todo e qualquer momento, para denegrir a imagem de outros, que por acaso até foi eleito democraticamente pelos munícipes tripeiros, contra tudo e contra todos, apenas e tão só com o seu solitário esforço. luis filipe meneses baixa tantas vezes as calças, que mais valia deixar de as vestir.

segunda-feira, abril 26, 2004

A casa da música 

Hoje a TSF diz que 60% dos portugueses não sabem que a casa da música fica no Porto. Eu acrescentava que 60% dos portuenses julgavam que aquilo era a versão tripeira da basílica de Sta. Engrácia.

25 Abril, sempre (igual) 

Li algures que aproximadamente 80% dos agentes da PIDE actuavam, na década de 60 e início de 70, em África. Tinham como missão obter informações preciosas acerca das movimentações dos grupos independentistas, e passá-las aos militares, que por sua vez as utilizavam nos seus ataques e captura dos inimigos do Império. Vem isto a propósito dos ataques anuais (sempre que se comemora o aniversário do 25 de Abril) de que são alvo os agentes da PIDE. Um dia ouvi um desabafo de um ex-agente da PIDE, que passou grande parte do seu tempo de serviço em África (principalmente na Guiné), e que passados 30 anos do 25 de Abril continua a viver revoltado, porque não conseguia entender, o porquê da sua prisão. Dizia ele: - Como é possível que os gajos (militares) com quem eu partilhava missões e informações durante a guerra, com quem eu partilhava o rádio para ouvir os relatos dos jogos do Benfica, com quem eu me embebedava e com quem eu ia “comer pretas”, são os mesmos que agora me prendem. Eles são heróis e eu não passo de um assassino. Não entendo, dizia ele. Nem tu, nem eu.

domingo, abril 04, 2004

Hoje o país vai acordar mais feliz 

O fcp perdeu.

sábado, março 20, 2004

Mário Soares 

A propósito da veia dialogante (com terroristas) do nosso ex-presidente. É uma pena o Hitler já ter morrido e já não ter aquele fantástico passatempo de deixar os judeus morrerem de fome e depois reduzi-los a cinzas. Se não lá estaria o Marocas, no seu estilo dialogante, a dizer ao Hitler: Oh Adolfo! vê lá se paras com isso...

sexta-feira, março 19, 2004

A Final da Taça 

Depois de conhecidos os finalistas, meia dúzia de iluminados começaram a questionar o local da final da Taça de Portugal. Até lá não existiam dúvidas. Seria no Jamor. No Estádio Nacional, diga-se de passagem, uma obra prima da arquitectura, que ainda hoje deixa muitos especialistas da área de boca aberta, face à fantástica envolvente, e ao modo único de como as bancadas foram incrustadas naquela encosta. A final no Estádio Nacional encerra em si própria, uma mística única, face à tradição dos muitos anos em que ali foi jogada, com tristes e inaceitáveis excepções. O Estádio Nacional não tem ainda a dimensão histórica do Estádio de Wembley e das suas finais da taça de Inglaterra, mas transportando um pouco do que lá se passa para o nosso país é perfeitamente plausível fazer da festa da taça no Jamor um pouco daquilo que se passa em Wembley. Afinal, trata-se tão só do desejo mágico de lá poder estar, de pisar aquele relvado do Estádio Nacional, desde os grande clubes da primeira divisão, ao mais modesto de uma qualquer competição distrital. O único Luso-senão só resulta do facto de serem poucas as vezes dos chamados não grandes virem a disputar tão especial jogo. Perguntem a jogadores de clubes como o Farense, o Estrela da Amadora, o Beira Mar (só para citar alguns dos que tiveram a felicidade de disputar finais da taça, recentemente) e que não tendo oportunidade de jogar num grande, qual foi o jogo da vida deles, aquele que se tornou inesquecível. Foi com certeza o jogo da tarde encantada do Jamor, o jogo da final da Taça de Portugal. Por todas estas razões julgo que não é sequer questionável o local da final da Taça de Portugal. Tem mesmo que ser no Jamor. E quando se questiona a segurança, hão-de essas cabeças iluminadas explicar qual é a diferença de ser revistado por um polícia na Luz, nas Antas, em Alvalade ou no Estádio Nacional. Porque afinal é disso mesmo que se trata. Ou melhor a gente sabe que não é. A polémica, ou pseudo-polémica, só existe porque uns quantos bacocos continuam a querer trazer ao futebol, regionalismos saloios, separatismos grosseiros, guerras norte-sul impensáveis num país uno, indivisível, com as fronteiras mais antigas da Europa, com quase 1000 anos de uma história brilhante, e do qual todos nós nos devíamos orgulhar.

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